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Quarta, 20 de Março de 2019

Audiência pública discute desafios para conviver com a poluição sonora

Em audiência pública, proposta pela vereadora Eleika Bezerra (PSL), a Câmara Municipal de Natal realizou debate sobre os “desafios para conviver com a poluição sonora em Natal”. O debate contou com a participação da Sociedade de Otorrinolaringologia Norte-rio-grandense, Cipam – Companhia Independente de Proteção Ambiental, da Polícia Militar, Ministério Público, Delegacia Especializada de Proteção ao Meio Ambiente (Deprema), além da Guarda Municipal - grupamento meio ambiente.


De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o nível recomendável de ruído deve ser abaixo dos 50 decibéis. “A poluição sonora é um problema do nosso cotidiano e atinge toda a sociedade. Há estudos que mostram que a população passará a perder a audição aos 30 anos de idade, é um dado alarmante. Por isso, precisamos, através de discussões, alertar as pessoas sobre esse problema”, afirmou a vereadora Eleika Bezerra.


Isabelle Soares, presidente da Sociedade de Otorrinolaringologia Norte-rio-grandense, explicou que a perda auditiva pode ser prevenida. “A perda auditiva induzida por ruídos acontece gradativamente, pode ser detectada através de exames, por isso, a importância de procurar um especialista quando notar alguma alteração. Diferente do trauma acústico único que é causado por explosão, por exemplo, que não pode se prevenido, causando uma lesão severa e irreversível”, explicou Isabella Soares.  


De acordo com o guarda municipal do Grupamento de Ações Ambientes (GAAM), Adriano Souza, as ocorrências que envolvem a perturbação de sossego alheio por veículo automotor em via pública, o chamado paredão de som, é que mais recebe denúncias atualmente no Ciosp. “Este tipo de ocorrência é mais denunciado do que roubo de celular, por exemplo. Em dias normais, recebemos uma média de 30 ocorrências. Em finais de semana e feriados, este número dobra. Isso fora as outras ocorrências ligadas ao meio ambiente. Temos muitas demandas e pouco efetivo para dar conta”, pontou.



Texto: Assessoria CMN/Karol Fernandes com informações da Assessoria da vereadora Professora Eleika

Foto: Marcelo Barroso


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